Hafelekar tem 2334 metros de altitude, Patscherkofel 2246 e Serles 2718. No vale existente entre estas montanhas está Innsbruck (Ponte do Inn), fundada pelo Império Romano nas margens do rio Inn, hoje capital do Estado Federal do Tyrol, Áustria.
O actual distrito (freguesia) de Wilten é o local original do acampamento inicial dos exércitos romanos, então chamado de Veldidena de Oeni Pontum (Ponte do Inn) desde o século IV, mantendo ali a guarnição militar que protegia a estrada que ligava Verona a Augsburg, passando pelo estreito de Brenner, um corredor natural dos vales Alpinos.
Nos finais do século XV Innsbruck ganhou uma dimensão política e cultural de maior relevo com o estabelecimento nesta cidade da corte imperial de Maximiliano I, Habsburgo, Imperador do Sacro Império Romano-Germânico (filho do Imperador austríaco Frederico III e Leonor de Portugal, Imperatriz da Alemanha) antes de passar para Viena definitivamente.
O telhado dourado (Goldenes Dachl) é uma varanda de um edifício (cuja cobertura é decorada com 2657 peças cerâmicas cobreadas) construído em 1500 com o propósito de “camarote” onde o Imperador se mostrava ao povo enquanto assistia comodamente aos eventos artísticos e espectáculos na praça.
O Tyrol e Salzburg foram cedidos por Napoleão Bonaparte ao Reino da Baviera (aliados da França), mas esse domínio veio a ser mais curto quanto curtos foram os anos da supremacia francesa na Europa, desde 1805 até 1814.
Apesar dos 21 bombardeamentos aéreos sofridos entre 1943 e 1945, e por que tudo o que cai também se levanta, belos exemplares de arquitectura gótica, barroca e neo-clássica encontram-se na Altstadt (cidade antiga), principalmente na Maria-Theresien Straße.
Innsbruck é bastante famosa pelos desportos de Inverno, de lazer ou alta competição em jogos e campeonatos disto e daquilo onde a neve manda, por duas vezes acolhendo jornadas olímpicas.
O rio Inn corre em grande velocidade, mesmo assim imensos são os patos mantendo suas posições numa água fria que não lhes congela as patas certamente, distraindo-se como os turistas na sua pequenez, os primeiros sabe-se lá porquê, os segundos contemplando a diferença brutal de altura entre o sopé e as montanhas, logo ali tão perto.
O actual distrito (freguesia) de Wilten é o local original do acampamento inicial dos exércitos romanos, então chamado de Veldidena de Oeni Pontum (Ponte do Inn) desde o século IV, mantendo ali a guarnição militar que protegia a estrada que ligava Verona a Augsburg, passando pelo estreito de Brenner, um corredor natural dos vales Alpinos.
Nos finais do século XV Innsbruck ganhou uma dimensão política e cultural de maior relevo com o estabelecimento nesta cidade da corte imperial de Maximiliano I, Habsburgo, Imperador do Sacro Império Romano-Germânico (filho do Imperador austríaco Frederico III e Leonor de Portugal, Imperatriz da Alemanha) antes de passar para Viena definitivamente.
O telhado dourado (Goldenes Dachl) é uma varanda de um edifício (cuja cobertura é decorada com 2657 peças cerâmicas cobreadas) construído em 1500 com o propósito de “camarote” onde o Imperador se mostrava ao povo enquanto assistia comodamente aos eventos artísticos e espectáculos na praça.
O Tyrol e Salzburg foram cedidos por Napoleão Bonaparte ao Reino da Baviera (aliados da França), mas esse domínio veio a ser mais curto quanto curtos foram os anos da supremacia francesa na Europa, desde 1805 até 1814.
Apesar dos 21 bombardeamentos aéreos sofridos entre 1943 e 1945, e por que tudo o que cai também se levanta, belos exemplares de arquitectura gótica, barroca e neo-clássica encontram-se na Altstadt (cidade antiga), principalmente na Maria-Theresien Straße.
Innsbruck é bastante famosa pelos desportos de Inverno, de lazer ou alta competição em jogos e campeonatos disto e daquilo onde a neve manda, por duas vezes acolhendo jornadas olímpicas.
O rio Inn corre em grande velocidade, mesmo assim imensos são os patos mantendo suas posições numa água fria que não lhes congela as patas certamente, distraindo-se como os turistas na sua pequenez, os primeiros sabe-se lá porquê, os segundos contemplando a diferença brutal de altura entre o sopé e as montanhas, logo ali tão perto.
Nas ruas de calçada, nome modesto para o empedrado do pavimento, há um rumo ao vinho quente nas feiras de natal, uma romaria à casa de nascimento de Mozart na Getreidegasse nº 9, principalmente no verão.
A subida ao monte Festungberg encontra o castelo Hohensalzburg dominando o panorama desta cidade barroca enquanto no sopé serena o palácio de Mirabell com os seus fantásticos jardins de flores.
Capital do Estado federal com o mesmo nome, Salzburg é uma porta de entrada norte para os Alpes, a cerca de 150 quilómetros de Munique e 300 de Viena.
O centro histórico tornou-se classificado como património da humanidade UNESCO desde 1997, mas a maior beleza de Salzburg são os violinos, os pianos ou os sopros musicais constantes que se soltam das janelas das escolas ou de casas particulares, como um passatemo de adultos e crianças numa excentricidade que somente um visitante reconhece.