sábado, 27 de setembro de 2008
Silva Porto (13)
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Terror Háza
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Cromeleque dos Almendres
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Egri minaret
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Szent Péter Székesegyház
Com a reconquista houve necessidade de reabilitar o edifício (onde se verificou uma conversão de estilo gótico para barroco), mas foi entre 1882 e 1891 sob a autoridade austríaca (a cargo do arquitecto vienense Friedrich Schmidt) que as grandes obras de renovação (embora a estabilização das paredes e cobertura tenham sofrido importantes trabalhos de engenharia entre 1805 e 1830 sob a supervisão do arquitecto húngaro Mihály Pollack) trouxeram a magnitude à Catedral de Pécs ao estado similar que hoje se encontra (o estilo actual aproxima-se do original, românico, portanto é neo-românica).
Em termos de interiores é simplesmente magnífica e deveras incomum, principalmente pela área de pintura (frescos de Károly Lotz), onde nenhuma superfície foi olvidada, bem como o altar do séc. XVI em mármore vermelho e um epitáfio de alabastro do séc. XVII feito em Roma.. O exterior, sóbrio de quatro torreões, apresenta um actual estado de conservação exemplar (as estátuas dos doze apóstolos junto à cornija são da autoria de Károly Antal).
Digno de nota é o portão em bronze da entrada principal, na verdade trata-se de uma escultura já do séc. XXI que demonstra ser possível a harmonia entre peças e obras de arte de diversas eras no mesmo conjunto.
Uma videira entrelaçada onde se escondem pássaros e outros seres vivos graciosos, mas também onde aparece representado, discretamente, a imagem de Szent Istvan (o rei católico da Hungria) a entregar a própria Catedral ao Bispo de Pécs. A história, a verdade da história por vezes é representada pelos mais pequenos detalhes com significados múltiplos e de inteligência preciosa.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Szegedi kérészek
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Silva Porto (12)
quarta-feira, 18 de junho de 2008
A Siklósi vár
Em 1515 a família Perényi comprou as propriedades e reforçou as muralhas tratando objectivamente dos aspectos defensivos da fortificação, embora tenha também cuidado de renovar fachadas e interiores ao estilo renascentista.
Os exércitos turcos do Sultão Suleiman ocuparam o castelo em 1543 e ali se mantiveram até 1686, ano em que as forças imperiais austríacas, sob comando do Conde Aeneas Caprara, o libertaram. Este Marechal de Campo foi responsável pelo aumento das instalações e reconstrução devida (próxima das formas que hoje se podem observar), embora algumas modificações de estilo (Barroco) tenham sido implementadas pela família Batthyány, proprietária a partir de 1728.
Apesar de ser identificado documentalmente o exército húngaro como o último proprietário reconhecido, o castelo de Siklós foi abandonado bastante danificado após a II Guerra Mundial.
Actualmente a manutenção do castelo de Siklós é gerida pelo próprio Município de Siklós, tendo sido renovado em 1955 pelo Instituto Nacional de Preservação do Património Histórico e pelas autoridades administrativas da Província de Baranya. As imagens apresentadas não são propriedade do autor.
terça-feira, 17 de junho de 2008
A Coruña
quarta-feira, 4 de junho de 2008
London
O fascínio de retornar constantemente a Londres é exactamente esse, o de visitar os mesmos lugares sempre da mesma maneira e comparar as diferenças, estar atento aos pormenores...
O Covent Garden continua a ter de encantador as vozes que ensaiam Ave Maria de Schubert quando é Dezembro, ao centro da galeria.
A Tower, guardando as jóias da coroa, continua sem ser visitada por dentro mas fotografada no exterior de todos os modos e feitios, sem desperdiçar a aparição dos guardas fardados no rigor da ocasião e momento, para esses simples obrigação do ofício.
No rio Thames, o Belfast e a Tower Bridge continuam a ser monumentos de eleição, assim como a inteira fachada traseira do parlamento que afinal pouco impressiona a quem habitualmente tem o Orszagház da Hungria como termo comparativo, excepção à magnífica torre de relógio, o Big Ben.
Visitar o Hamleys da Regent street e o Trocadero ali na Piccadilly Circus é vício, não se pode dar outro nome à coisa, tão inexplicável como nunca pernoitar nos mesmos hotéis a cada visita, mas escolher sempre hotéis que estejam junto à Russel square.
E depois há as voltas ao Hyde park e a busca insistente pelos esconderijos dos esquilos nos jardins centrais logo verificando que o hábito e tradição das palestras públicas permanecem lá no canto antes de atravessar a alameda Ring e procurar os Kensington Gardens. Na verdade o palácio real nada tem de extraordinário, tampouco o ritual no render da guarda, mas é que faz parte das razões do coração passar por ali ao final da manhã de Domingo, inevitável opção.
Nas primeiras vezes o problema maior que a catedral de S. Paulo oferecia era o facto de que as dimensões do edifício não eram proporcionais ao afastamento possivel de modo a que se conseguisse uma boa fotografia (a igreja nunca aparecia inteira na imagem). Agora, com as novas tecnologias o desafio é lá voltar para sacar o maior número de “pixéis” conforme as máquinas vão sendo mais capazes e esperar que não chova para que a seguinte seja melhor que a anterior, deixou de ser interessante.
Relativamente ao British Museum já a coisa muda de figura. Este museu é como o Louvre, sempre existem peças que saltam fora dos armazéns e se renova o espaço da exposição, de antigo sempre novo, não cansa (embora seja permanente a estatuária frontal do Partenon, que há muito deveria ter sido devolvida à Grécia).
E depois há as galerias do metro, autocarros e taxis, o frenesi comercial da Oxford street, as ceras do Madame Tussaud, as estreias no Odeon (principalmente as do James Bond) e sempre um jantar de sabores duvidosos no mesmo restaurante da Chinatown antes de uma visita regada ao bairro do Soho.sexta-feira, 30 de maio de 2008
München
A Hofbräuhaus am Platzl apresenta uma ementa com as típicas salsichas brancas Weisswurst, a rótula suína Eisbein e obviamente a cerveja de trigo Weissbier porque estamos na Baviera, mais precisamente na Kreisfreie Stadt München, onde acontece a Oktoberfest. Munique é aquela cidade que se escolhe para um breve passeio a pé ao entardecer, antes de seguir caminho para pernoita em Salzburg. Entre uma visita à Frauenkirchen e um serão na Bayerische Staatsoper há sempre lugar para uma mass de Weißbier acompanhada de brezel.quinta-feira, 22 de maio de 2008
Pérolas arquitectónicas da Transilvânia
Apesar de existirem bastantes ciganos tanto na Hungria como na Roménia, é somente na Roménia que se encontram as famílias prósperas (infelizmente ali se verificam porém os extremos da pobreza na mesma etnia), com riqueza material e até poder político.
É afinal a única explicação que se pode dar ao fenómeno arquitectónico que está à vista, obras novas licenciadas ou simplesmente toleradas, autênticas “pérolas” futuristas com harmonia estética incomparável.
Alguns destas construções estão literalmente encostados aos edifícios vizinhos, com o privilégio ímpar no direito de vistas entre varandas de apenas alguns centímetros, coisa absolutamente natural, fundamental e necessária, tendo em conta que se tratam de habitações unifamiliares.
A expressão “construiu uma casa meio aciganada” é típica e comum para criticar a casa nova que o vizinho edificou e de que não se gosta por alguma razão.
Pode até parecer pejorativa qualquer primeira análise do assunto, mas a coisa é séria e deve ser entendida no seu contexto.
Apesar dos materias de base serem fracos ou impróprios (exemplo de construções em que as alvenarias são parcialmente em blocos de cimento de boa qualidade, conjugados com blocos do tipo caseiro e rematados com tijolo maciço refractário e usado), serem utilizados materias aproveitados de outras obras distintas e o projecto ser coisa dinâmica (o objecto final resulta diferente do objecto projectado pelo arquitecto ou artista equivalente), nos acabamentos tudo muda de figura, que o “dono-da-obra” (cigano rico e poderoso) investe forte nos apêndices decorativos até aos limites da sua imaginação e capacidade artística de serralheiros e artesãos da forja.
O que é certo é que cada obra resulta em moradia imponente, cumprindo o objectivo para o qual foi pensado, realiza os sonhos de muitas famílias e acaba em atração turística enquanto fenómeno sócio-cultural.
Qualquer semelhança entre as casas dos ciganos romenos e os pagodes budistas é mera coincidência porque as técnicas e os propósitos são distintos.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Rautatieasema Järnvägsstation
No início da construção, a Finlândia dependia da autoridade do Império Russo, pelo que a existência de uma sala de espera privativa e luxuosamente decorada destinada ao uso exclusivo de Nikolaj Aleksandrovitch Romanov (Nicolau II) finalizada em 1911, acabou por somente ser inaugurada após a I Guerra Mundial, em 1919 (a Finlândia transformou autonomia em independência a 6 de Dezembro de 1917, com reconhecimento a 3 de Janeiro de 1918) sem que chegasse a ser utilizada pelo último Czar da Russia. Actualmente a sala de 50m2 (equipada com a mesma mobília desenhada por Eliel Saarinen) é reservada exclusivamente à utilização do Presidente da República e seus convidados.
Revestida quase na totalidade com granito finlandês, destacam-se os dois pares de estátuas (Kivimiehet) que seguram uns globos de iluminação e também a torre lateral com relógio.
A partir dos anos 60 diversas alterações afectaram esta estação ferroviária, não tanto no aspecto exterior, mas principalmente no subsolo, com o aparecimento da rede do metro e posteriormente a inclusão de cobertura em vidro na gare. Recentemente foi efectuada uma ligação ao centro comercial Kauppakujal.
Estereograma (1)
Este estereograma é do tipo “visão livre paralela”, significando isto que somente se pode descobrir a imagem tridimensional se fixarmos o olhar no infinito.
A imagem apresentada não é propriedade do autor.domingo, 4 de maio de 2008
Silva Porto (11)
Logo no primeiro dia constatou que naquela cidade a maioria da população era infantil e somente após uma semana deu conta de não existirem cães ou gatos, arrependeu-se de ter perguntado porquê. Com o fim da guerra passou a haver milho, mandioca, batata rena, tomate, arroz, açucar, óleo...