A utilização de um automóvel particular no desempenho das suas funções profissionais é coerente porquanto qualquer solução diferente obriga ao pagamento de impostos específicos que nunca compensam a dedução dos gastos em combustíveis e afins, a menos que percorra muitos quilómetros todos os meses.terça-feira, 21 de outubro de 2008
Szerinted bolondság
A utilização de um automóvel particular no desempenho das suas funções profissionais é coerente porquanto qualquer solução diferente obriga ao pagamento de impostos específicos que nunca compensam a dedução dos gastos em combustíveis e afins, a menos que percorra muitos quilómetros todos os meses.sábado, 11 de outubro de 2008
Árpád
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Cygnus
Em 1877 tornou-se público o Лебединое Озеро, o primeiro ballet composto por Piotr Tchaikovsky. O Lago dos Cisnes estreou sem grande sucesso no afamado teatro Bolshoi (o grande) de Moscovo.
Segundo o libretto, a mãe do Príncipe Siegfried oferece um arco e flechas como prenda de aniversário e apela para que eleja no dia seguinte uma esposa entre as convidadas da sua festa. Porém um bando de cisnes brancos passa perto do castelo e desperta a atenção do príncipe que decide caçá-los.
O malévolo Von Rothbart líder do “bando” de disfarçados em aves de rapina foi o feiticeiro responsável pelo efeito especial de transformação da Princesa Odette e suas aias em cisnes (embora durante a noite as raparigas voltem à sua condição humana). Siegfried apercebendo-se do esquema urdido, apaixona-se pela Princesa e jura que desmanchará o feitiço, o que somente é possível desde o momento em que seja comprovado um amor fidedigno.
Ambicioso, Rothbard aparece entretanto na Corte da Raínha disfarçado de cavaleiro nobre e acompanhado por Odile, sua filha também disfarçada. Ingénuamente o Príncipe Siegfried deixa-se encantar por Odile (cisne negro) por acreditar que se trata de Odette e anuncia a sua escolha, deixando em apuro a cisne branca, que na sua condição de “boazinha” acaba por se conformar.
No quarto acto o Príncipe “abre os olhos” e vê-se obrigado a demonstrar a Odette a sua condição incontornável de vítima no embuste, mas pede perdão. O facto de ambos renovarem juras de amor eterno é coisa que desagrada ao feiticeiro que se enfurece e inunda as margens do lago. Este acto de vingança resultou no trágico afogamento de Siegfried e assim tornada impossível a quebra do feitiço sobre as cisnes.segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Erdély
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Operation Overlord
sábado, 27 de setembro de 2008
Silva Porto (13)
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Terror Háza
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Cromeleque dos Almendres
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Egri minaret
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Szent Péter Székesegyház
Com a reconquista houve necessidade de reabilitar o edifício (onde se verificou uma conversão de estilo gótico para barroco), mas foi entre 1882 e 1891 sob a autoridade austríaca (a cargo do arquitecto vienense Friedrich Schmidt) que as grandes obras de renovação (embora a estabilização das paredes e cobertura tenham sofrido importantes trabalhos de engenharia entre 1805 e 1830 sob a supervisão do arquitecto húngaro Mihály Pollack) trouxeram a magnitude à Catedral de Pécs ao estado similar que hoje se encontra (o estilo actual aproxima-se do original, românico, portanto é neo-românica).
Em termos de interiores é simplesmente magnífica e deveras incomum, principalmente pela área de pintura (frescos de Károly Lotz), onde nenhuma superfície foi olvidada, bem como o altar do séc. XVI em mármore vermelho e um epitáfio de alabastro do séc. XVII feito em Roma.. O exterior, sóbrio de quatro torreões, apresenta um actual estado de conservação exemplar (as estátuas dos doze apóstolos junto à cornija são da autoria de Károly Antal).
Digno de nota é o portão em bronze da entrada principal, na verdade trata-se de uma escultura já do séc. XXI que demonstra ser possível a harmonia entre peças e obras de arte de diversas eras no mesmo conjunto.
Uma videira entrelaçada onde se escondem pássaros e outros seres vivos graciosos, mas também onde aparece representado, discretamente, a imagem de Szent Istvan (o rei católico da Hungria) a entregar a própria Catedral ao Bispo de Pécs. A história, a verdade da história por vezes é representada pelos mais pequenos detalhes com significados múltiplos e de inteligência preciosa.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Szegedi kérészek
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Silva Porto (12)
quarta-feira, 18 de junho de 2008
A Siklósi vár
Em 1515 a família Perényi comprou as propriedades e reforçou as muralhas tratando objectivamente dos aspectos defensivos da fortificação, embora tenha também cuidado de renovar fachadas e interiores ao estilo renascentista.
Os exércitos turcos do Sultão Suleiman ocuparam o castelo em 1543 e ali se mantiveram até 1686, ano em que as forças imperiais austríacas, sob comando do Conde Aeneas Caprara, o libertaram. Este Marechal de Campo foi responsável pelo aumento das instalações e reconstrução devida (próxima das formas que hoje se podem observar), embora algumas modificações de estilo (Barroco) tenham sido implementadas pela família Batthyány, proprietária a partir de 1728.
Apesar de ser identificado documentalmente o exército húngaro como o último proprietário reconhecido, o castelo de Siklós foi abandonado bastante danificado após a II Guerra Mundial.
Actualmente a manutenção do castelo de Siklós é gerida pelo próprio Município de Siklós, tendo sido renovado em 1955 pelo Instituto Nacional de Preservação do Património Histórico e pelas autoridades administrativas da Província de Baranya. As imagens apresentadas não são propriedade do autor.
terça-feira, 17 de junho de 2008
A Coruña
quarta-feira, 4 de junho de 2008
London
O fascínio de retornar constantemente a Londres é exactamente esse, o de visitar os mesmos lugares sempre da mesma maneira e comparar as diferenças, estar atento aos pormenores...
O Covent Garden continua a ter de encantador as vozes que ensaiam Ave Maria de Schubert quando é Dezembro, ao centro da galeria.
A Tower, guardando as jóias da coroa, continua sem ser visitada por dentro mas fotografada no exterior de todos os modos e feitios, sem desperdiçar a aparição dos guardas fardados no rigor da ocasião e momento, para esses simples obrigação do ofício.
No rio Thames, o Belfast e a Tower Bridge continuam a ser monumentos de eleição, assim como a inteira fachada traseira do parlamento que afinal pouco impressiona a quem habitualmente tem o Orszagház da Hungria como termo comparativo, excepção à magnífica torre de relógio, o Big Ben.
Visitar o Hamleys da Regent street e o Trocadero ali na Piccadilly Circus é vício, não se pode dar outro nome à coisa, tão inexplicável como nunca pernoitar nos mesmos hotéis a cada visita, mas escolher sempre hotéis que estejam junto à Russel square.
E depois há as voltas ao Hyde park e a busca insistente pelos esconderijos dos esquilos nos jardins centrais logo verificando que o hábito e tradição das palestras públicas permanecem lá no canto antes de atravessar a alameda Ring e procurar os Kensington Gardens. Na verdade o palácio real nada tem de extraordinário, tampouco o ritual no render da guarda, mas é que faz parte das razões do coração passar por ali ao final da manhã de Domingo, inevitável opção.
Nas primeiras vezes o problema maior que a catedral de S. Paulo oferecia era o facto de que as dimensões do edifício não eram proporcionais ao afastamento possivel de modo a que se conseguisse uma boa fotografia (a igreja nunca aparecia inteira na imagem). Agora, com as novas tecnologias o desafio é lá voltar para sacar o maior número de “pixéis” conforme as máquinas vão sendo mais capazes e esperar que não chova para que a seguinte seja melhor que a anterior, deixou de ser interessante.
Relativamente ao British Museum já a coisa muda de figura. Este museu é como o Louvre, sempre existem peças que saltam fora dos armazéns e se renova o espaço da exposição, de antigo sempre novo, não cansa (embora seja permanente a estatuária frontal do Partenon, que há muito deveria ter sido devolvida à Grécia).
E depois há as galerias do metro, autocarros e taxis, o frenesi comercial da Oxford street, as ceras do Madame Tussaud, as estreias no Odeon (principalmente as do James Bond) e sempre um jantar de sabores duvidosos no mesmo restaurante da Chinatown antes de uma visita regada ao bairro do Soho.