terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Road trip - day 2
terça-feira, 11 de Agosto de 2009
Lavagens cerebrais
O simplório do Noddy com o seu ridículo carro amarelo, atenta contra o intelecto dos incautos, desalenta os jovens que querem ir mais além do que a mediocridade ou simplesmente desviar-se da vereda dos acobardados, transfigura crianças inocentes em meros vegetais, tipo nabos.
Antigamente, já lá vão uns trinta anos, muito melhor do que essa baboseira de taxista mariconço, sucessor categórico e em imbecilidade dos Tele-tubbies, eram os bonecos animados a preto e branco da Checoslováquia, apresentados por quem sabia do assunto, no “Cinema de animação” aos Domingos, só de exemplo. As cores do Noddy e do seu chaço são as mesmas de um palhaço pseudo-escocês que depois, mais tarde lhes (às crianças) vai espetar com as sandes de carne picada feitas sabe-se lá de quê, mas bem dissimuladas em caixinhas que oferecem brinquedos feitos na China absolutamente estúpidos. Os infantes tornam-se obedientes ao sistema e diferentemente do seu comportamento habitual em casa, será possível vê-los a arrumar mesas e levantar tabuleiros.segunda-feira, 10 de Agosto de 2009
Teorema
O teorema “num triângulo rectângulo, o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos” apenas foi registado por Euclides cerca de 200 anos após a morte de Pitágoras, seu autor.domingo, 12 de Julho de 2009
E quando o vermelho cai?
sábado, 4 de Julho de 2009
Road trip - day 1
14h30, 30 de Maio: Após um vôo Lisboa – Budapeste, de mochila às costas procurou no estacionamento por um BMW 325 Ci Cabrio que o aguardava para uma aventura de estrada por 8 paises, 8 cidades, algumas praias, imensos monumentos e 3.630,5 Kms de um bronze à pedreiro... na companhia de James Stuart.

Inevitável foi o salto a Buda, na margem do Danúbio fotografa-se melhor o Parlamento.
Road trip -day 1 é adaptado de Euro Road Trip Budapeste - Lisboa (I) da autoria de Nyto, em Argumentos.
terça-feira, 23 de Junho de 2009
Meles meles
Mnemonização
segunda-feira, 22 de Junho de 2009
Santa Comba (5)
sábado, 20 de Junho de 2009
Feira Popular de Lisboa
sexta-feira, 19 de Junho de 2009
O Reino de Portugal em 1766
Charles Dumouriez foi leal à coroa durante mais de 30 anos até que se deu a revolução na França e passou a servir com lealdade a República enquanto oficial de carreira multi-facetado. Após duas vitórias militares em campos de batalha a norte do seu país e já dentro da Bélgica, contra os exércitos da Prússia e da Áustria, respectivamente, foi por fim derrotado nos Países baixos.
Posteriormente sem ter alcançado apoios para a organização de um golpe de Estado, abandonou a Convenção para se juntar aos inimigos externos num exílio bem remunerado pelo Reino Unido.
Extractos de État présent du Royaume du Portugal en l'année MDCCLXVI. A imagem apresentada não é propriedade do autor.
quinta-feira, 18 de Junho de 2009
Bánki Donát
Em conjunto com János Csonka, patenteou o motor a gasolina em 1888 e o carburador em 1893. Posteriormente, em 1894 patenteou o invento do motor de combustão a alta pressão com sistema de arrefecimento a água, em 1903 a turbina a vapor e então por fim, em 1916 desenvolveu a turbina hidráulica.
É digno de nota que algumas centenas de turbinas hidráulicas concebidas por Bánki Donát ainda hoje se encontram em funcionamento na Hungria. As imagens apresentadas não são propriedade do autor. quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Feira Agrícola de Santarém
segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Erinaceus europaeus
domingo, 14 de Junho de 2009
Laranjas & Laranjas
quinta-feira, 11 de Junho de 2009
Palácio e Convento de Mafra
O edifício foi mandado construir por D. João V na primeira metade do séc. XVIII, composto por um Paço Real, uma Basílica, um Convento Franciscano e uma grande Biblioteca.
João Frederico Ludovice, um ourives alemão mas com formação de arquitectura em Itália foi o projectista do mais belo e significativo monumento barroco em Portugal, inspirado na Roma papal mas com influência berniniana e elementos borrominianos.
“Medita D. João V no que fará a tão grandes somas de dinheiro, a tão extrema riqueza, medita hoje e ontem meditou, e sempre conclui que a alma há-de ser a primeira consideração, por todos os meios devemos preservá-la, sobretudo quando a podem consolar tambem os confortos da terra e do corpo. Vá pois ao frade e à freira o necessário, vá tambem o supérfluo, porque o frade me põe em primeiro lugar nas suas orações, porque a freira me aconchega a dobra do lençol e outras partes, e a Roma, se com bom dinheiro Ihe pagámos para ter o Santo Ofício, vá mais quanto ela pedir por menos cruentas benfeitorias, a troco de embaixadas e presentes, e se desta pobre terra de analfabetos, de rústicos, de toscos artífices não se podem esperar supremas artes e ofícios, encomendem-se à Europa, para o meu convento de Mafra, pagando-se, com o ouro das minhas minas e mais fazendas, os recheios e ornamentos, que deixarão, como dira o frade historiador, ricos os artífices de lá, e a nós, vendo-os, aos ornamentos e recheios, admirados. De Portugal nao se requeira mais que pedra, tijolo e lenha para queimar, e homens para a força bruta, ciência pouca. Se o arquitecto é alemão, se italianos sao os mestres dos carpinteiros e dos alvenéus e canteiros, se negociantes ingleses, franceses, holandeses e outras reses todos os dias nos vendem e nos compram, está muito certo que venham de Roma, de Veneza, de Milão e de Génova, e de Liège, e da França, e da Holanda, os sinos e os carrilhões, e os candeeiros, as lâmpadas, os castiçais, os tocheiros de bronze, e os cálices, as custódias de prata sobredourada, os sacrários, e as estátuas dos santos de que el-rei é mais devoto, e os paramentos dos altares, os frontais, as dalmaticas, as planetas, os pluviais, os cordões, os dosseis, os pálios, as alvas de peregrinas, as rendas, e três mil pranclias de pau de nogueira para os caixões da sacristia e cadeiral do coro, por ser madeira muito estimada para esse fim por S. Carlos Borromeu, e dos paises do Norte navios inteiros carregados de tabuado para os andaimes, telheiros e casas de acomodação, e cordas e amarras para os cabrestantes e roldanas, e do Brasil pranchas de angelim, incontáveis, para as portas e janelas do convento, para o solho das celas, dormitórios, refeitório e mais dependências, incluindo as grades dos espulgadoiros, por ser incorrompível madeira, não como este rachante pinho português, que só serve para ferver as panelas e sentar-se nele gente de pouco peso e aliviada de algibeiras. Desde que na vila de Mafra, já lá vão oito anos, foi lançada a primeira pedra da basílica, essa de Pêro Pinheiro gragas a Deus, tudo quanto é Europa vira consoladamente a lembrança para nós, para o dinheiro que receberam adiantado, muito mais para o que há-de cobrar no termo de cada prazo e na obra acabada, ele e os ourives do ouro e da prata, ele e os fundidores dos sinos, ele e os escultores de estátuas e relevos, ele e os tecelões, ele e as rendeiras e bordadeiras, ele e os relojoeiros, ele e os entalhadores, ele e os pintores, ele e os cordoeiros, ele e os serradores e madeireiros, ele e os passamaneiros, ele e os lavrantes do couro, ele e os tapeceiros, ele e os carrilhadores, ele e os armadores de navios...” In Memorial do Convento, de José Saramago.
D. João VI foi o único rei que habitou permanentemente o Palácio, durante todo o ano de 1807, imediatamente antes da partida da corte para o Brasil. Tendo sido utilizado esporadicamente pelo rei D. Carlos, principalmente por causa da Tapada, foi o seu filho mais novo, D. Manuel II, o último monarca que aqui pernoitou até à partida para o exílio, a 5 de Outubro de 1910.
